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Quem visitar a Mostra SENAI de Projetos Integradores vai ter acesso à tecnologia de ponta, fruto da criatividade dos estudantes para solucionar problemas reais da indústria no estado. O evento começou hoje (30) e apresenta as soluções criadas pelos alunos a partir do #MandaProSENAI. Através do projeto, os estudantes da instituição receberam pedidos do empresariado industrial de todo estado que buscavam resolver desafios que envolviam processos e maquinários das suas empresas – relacionados, de alguma forma, ao universo metalmecânico. O resultado é impressionante e está aberto à visitação da comunidade até a quinta-feira, 1º de setembro.

O Projeto Integrador envolve alunos de diferentes áreas de conhecimento. E foi isso que enriqueceu as propostas. Com auxílio dos professores e após visitas às indústrias envolvidas no projeto, os estudantes solucionaram cada uma das questões apresentadas. Um dos grupos chegou a oferecer cinco maneiras diferentes para resolver o mesmo problema. Na mostra, os visitantes poderão conhecer de perto essas soluções, apresentadas em protótipos e desenhos em 3D.

O presidente do Sindvest, Marcelo Porto, foi conferir, entre outros trabalhos, um que agiliza a forma como etiquetas metálicas são colocadas nas peças de lingerie. Isso sem oferecer perigo ao profissional e danificar os tecidos. Segundo o empresário, envolver os alunos em demandas reais da indústria é uma forma de contextualizá-los com o mercado de trabalho, valorizando o esforço e incentivando esses estudantes a permanecerem em constante aperfeiçoamento. Um trabalho completo de integração entre indústria e aprendizado. “O SENAI tem que formar mão de obra técnica, mas também o capital intelectual para a indústria. Só dessa maneira vamos fortalecer o potencial de crescimento não só do polo, mas de todo país frente a outros mercados”, completa.

A programação da mostra é interativa. A comunidade pode desde competir em uma corrida com o Lego Mindstorm - que são como robôs feitos dos bloquinhos tão amados pelas crianças, até participar oficinas com temas que incluem: Design Thinking, Games para administração, Ferramentas computacionais para modelagem 3D e Criação e Customização para Moda. O evento também inclui palestras sobre CLP (Controladores Lógicos Programáveis), NR -12 Conceitos relacionados a Segurança de Máquinas, Calibração e Instrumentação entre outros temas. Tudo isso com participação gratuita.

O SENAI Nova Friburgo está localizado na Rua Pfto. José Eugênio Muller, número 220, no Centro da cidade. Para participar das oficinas e palestras gratuitas, os interessados podem se inscrever através do site www.cursosenairio.com.br/mostrasenai, onde está disponível a programação completa de cada SENAI. Mais informações também podem ser obtidas através do 0800 0231 231.

Conheça os projetos

• 3R Ecoblocos: processo de reaproveitamento de resíduos de vidro provenientes de diversas fontes – de vidraçarias, empresas distribuidoras e processadoras de vidros para a fabricação de artefatos (tijolos, pisos).

• Cravação Automática: prensa automatizada para aumentar a produtividade e qualidade nos processos de cravação de palheta em cilindro de fechadura da construção civil, de acordo com as normas.

• Kit para montagem de cilindro de fechadura: dispositivo de armazenagem de molas e contra pinos para a montagem de tambores para cilindros de fechaduras, facilitando a introdução de molas e contra pinos dentro do tambor. O kit trará maior agilidade no processo de produção, evitando o esforço repetitivo do colaborador, com baixo custo de fabricação.

• Etiquetizando: estudo e confecção de gabaritos para colocação de etiquetas metálicas em peças de lingerie em máquinas de costura travete.

• Elas Ecomodas: Preservando: o projeto inclui estudo e implantação de um berçário 100% sustentável para plantio de mudas da mata atlântica no Parque Municipal de Nova Friburgo, utilizando o lixo têxtil e resíduos, como pneus e engradados de bebidas inutilizados.

• ReVest: o projeto ReVest visa reaproveitar resíduos sólidos (tubetes de papelão) que serão triturados e transformados em novos produtos com valor econômico e ambiental, podendo ter diversas aplicações (placas de revestimento, telhas, forros, pisos, etc.).

• Mesa rotacional para montagem de cilindro: mesa giratória rotacional de 0° a 90° no sentido horário e anti-horário, para facilitar a montagem de guinchos, aumentando a produtividade, diminuindo os riscos de acidentes e atendendo aos requisitos da NR 17 e NR 12. O produto assegura a montagem dos elementos mecânicos do guincho, de forma ergonômica oferecendo conforto ao colaborador e garantindo a uniformidade da montagem do equipamento, com a redução do esforço físico. Desta forma a empresa proporcionará um maior grau de satisfação aos seus colaboradores.

• Barter - A sua ponte entre o confeccionista e o profissional da moda: a plataforma BARTER é um aplicativo para empresários, costureiras, faccionistas, modelistas, mecânicos de máquina de costura , vitrinistas, técnicos do vestuário e profissionais autônomos. Ele sana as dificuldades da venda de produtos em estoque, localiza profissionais de forma rápida e faz a divulgação de eventos. A plataforma tem como objetivo fazer a ponte entre áreas distintas da moda que buscam serviços e insumos com custos reduzidos (Ponta de Estoque).

• Siproma - Sistema de proteção para máquinas abertas: o projeto SIPROMA consiste em uma proteção modular individual para máquinas contendo os requisitos necessários para cumprir as exigências da norma NR12. A ideia visa proteger colaboradores contra acidentes com as partes móveis de máquinas, contra a projeção de partículas. Também terá um dispositivo de recirculação do líquido refrigerante, além da diminuição de ruídos.

• Dispositivo para adequação da oxiplasma à NR12: dispositivo abafador de ruído e fumos metálicos para máquinas oxicorte a CNC, para a adequação à NR 12.

• Aglomerador de etiquetas: desenvolvimento de um dispositivo que irá soldar as etiquetas com composições químicas diferentes (poliéster , algodão, poliamida) facilitando e agilizando o processo produtivo.

• Ensaio dinâmico para guinchos hidráulicos: construção de projeto/protótipo virtual de máquina de ensaio de tração para teste de guinchos no sentido longitudinal, para atender aos requisitos de teste e qualidade de ensaios mecânicos conforme exigência legal.

Mais informações em http://migre.me/uPrXe.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Centro-Norte Fluminense

Tanto no design quanto na moda, as combinações de cores são essenciais. Embora mesmo quem não seja do ramo perceba quando algo não está harmônico, poucos sabem exatamente explicar o motivo por trás disso.

Mas, no caso de designers e estilistas, entender qual o conceito psicológico que as cores envolvem é quase que um pré-requisito da profissão. Os números mostram como esse fator é importante.

De acordo com pesquisas, quase 50% dos consumidores afirmam que percebem um anúncio colorido mais facilmente do que um que seja preto e branco. Utilizar esse recurso também ajuda na hora de aumentar a compreensão sobre um assunto, conforme afirmam 73% dos entrevistados.

O fator visual é imprescindível também na hora de comprar uma roupa ou acessório de moda. A cada três pessoas em uma loja, duas deixarão de levar um produto porque não tem sua cor favorita.

Portanto, conheça um pouco mais sobre a psicologia das cores e tente inseri-las nos seus trabalhos. Você vai perceber como o resultado poderá ser algo incrível e muito mais estratégico. Até porque a percepção dos outros sobre suas criações faz a diferença entre o sucesso e o fracasso de designers e agentes da moda.

Roda das cores: A ideia de divisão das cores por “quentes” ou “frias” surgiu com Isaac Newton, no ano de 1666. Ele criou o primeiro diagrama circular que tinha como objetivo unir as cores semelhantes para garantir a harmonia no visual.

Cor quente x cor fria: De acordo com essa divisão, as cores quentes seriam aquelas que transmitem uma ideia de paixão, energia e entusiasmo. Já as cores frias passam mais tranquilidade, paz e dão um ar mais profissional aos materiais.

E cada uma das cores, na verdade, tem seu significado e simbolismo próprio. Confira abaixo o que está implícito quando você usa uma delas em seus trabalhos de design ou moda:

Vermelho: A cor do poder e paixão

Dentre as cores quentes, o vermelho é o campeão. E essa cor costuma simbolizar a paixão, o poder, além de nos fazer sentir energizado e forte. Por sua conotação com o sangue, acaba ganhando uma intensidade ainda maior.

Efeito no receptor: A psicologia afirma que o vermelho pode causar diversos efeitos na pessoa que o recebe, especialmente deixá-la mais agitada, com batimentos cardíacos mais intensos e pressão sanguínea mais elevada.

Laranja: vibração e equilíbrio

Seguindo a mesma linha do vermelho, o laranja também faz parte do grupo de cores quentes, mesmo que não seja um tom primário, mas sim, secundário, já que se trata da mistura do vermelho com o amarelo. Também tende a chamar a atenção do seu espectador.

Efeito no receptor: Ao mesmo tempo em que também energiza quem se depara com o laranja, essa cor também reflete algo mais suave e equilibrado. Também costuma transmitir a sensação de calor.laranja

Amarelo: ligado ao brilho, verão e felicidade

Outra das cores quentes é o amarelo. Mas seus significados podem ser um pouco controversos. Isso porque, enquanto representa a alegria, o verão e a felicidade, também pode ser relacionado a perigo, atenção ou outras questões, como doenças e ciúme.

Efeito no receptor: De uma maneira geral, o amarelo estimula otimismo e pode ajudar na concentração. De acordo com a psicologia das cores, quando inserida em um ambiente, ele se torna mais acolhedor. E também ajuda a fazer com que essas pessoas falem mais.
Amarelo

Azul: confiança e calma

No topo da lista das cores frias está o azul. Além de demonstrar mais profissionalismo em trabalhos de design, é também muito aproveitado por aqueles que querem mostrar um pouco de descanso nos momentos de estresse.

Efeito no receptor: A psicologia das cores afirma que o azul pode inspirar tranquilidade, confiança e inteligência. É ainda um tom ligado ao mar e à meditação, passando uma ideia de calma e paz. E é um ótimo estímulo à criatividade.

Azul

Verde: natureza, saúde e bem-estar

Mais uma integrante do grupo das cores frias, o verde costuma ser usado em ambientes e trabalhos para refletir tranquilidade. Está mais comumente ligado a diversos conceitos como natureza, meio ambiente e renovação, além de demonstrar saúde e bem-estar.

Efeito no receptor: Quem fica exposto à cor verde, acaba se sentindo mais relaxado.

Ela passa ainda a ideia de equilíbrio, estabilidade, além de outros conceitos positivos como vitalidade e positividade, conforme explica a psicologia das cores.

verde

Roxo: nobreza e sabedoria em primeiro lugar

Conhecida como a cor da realeza, o roxo está no rol dos tons secundários, já que se trata da mistura do azul com o vermelho. E costuma representar algo nobre e rico, além de ser símbolo do sucesso.

Efeito no receptor: A cor roxa é uma das que mais transmite calma e espiritualidade, conforme a psicologia das cores. Também estimula a parte do cérebro relacionada à criatividade e imaginação. Por essa razão, também emana a ideia de sabedoria.roxo

Esse foi apenas um resumo básico da psicologia das cores. Entender a fundo e aplicar esses conceitos é algo essencial no mundo do design e da moda. E você vai perceber como será mais fácil combinar e fazer uso correto dos mais diversos tons depois que virar expert no assunto. Assim, suas criações vão, certamente, ficar bem melhores.

Fonte: Fashionlearn

Entendendo os prejuízos que a Lei n° 7.428 causa para a competitividade fluminense, o Sistema FIRJAN tomará medidas judiciais em prol do desenvolvimento do estado do Rio. As ações adotadas pela Federação incluem entrar com um mandado de segurança coletivo em favor das empresas associadas, além de solicitar à Confederação Nacional da Indústria (CNI) que ajuize uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF). A lei, sancionada no dia 25 de agosto pelo governador em exercício do estado do Rio, Francisco Dornelles, determina o recolhimento de 10% dos benefícios fiscais para depósito no Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF), pelo prazo de dois anos, atingindo tanto os benefícios já concedidos quanto os futuros.

A FIRJAN tem alertado que a obrigação de devolver parte dos incentivos fiscais, inclusive no caso dos benefícios já em andamento, gera um grave clima de insegurança jurídica. Além disso, desestimula não só os investimentos já previstos, de mais de R$ 42 bilhões, como também a vinda de novos empreendimentos, aumentando a carga tributária no estado que já cobra o ICMS mais elevado do país. No Sudeste, onde a concorrência pela atração de investimentos é mais acirrada, o Rio de Janeiro é o único estado que está reduzindo incentivos.

Nos últimos anos, a política de incentivos fiscais atraiu mais de 200 indústrias para o estado do Rio e gerou quase 100 mil novos empregos. Também não houve queda na arrecadação de impostos, muito pelo contrário. A atividade industrial mais que dobrou o recolhimento de ICMS, beneficiando a sociedade fluminense como um todo. Tais conquistas ficam em risco com a mudança de regras que traz a nova lei.

Em defesa da indústria fluminense

O Sistema FIRJAN vem se posicionando contra a medida desde que o Projeto de Lei nº 2.008/16 entrou na pauta de votação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A lei, que foi publicada no diário oficial nesta quinta-feira (25/08), produzindo seus efeitos até 31 de julho de 2018, vetou dois artigos do projeto de lei inicial: o artigo 13, que permitia a divulgação dos incentivos fiscais de grandes empresas, o que contraria o sigilo fiscal; e o inciso VI do artigo 14, que permitia a exclusão das empresas de reciclagem da nova lei.

A partir da atuação da Federação junto a outras instituições ficaram excluídos da lei os seguintes setores:

- Indústria da Moda: estabelecimentos fabricantes de produtos têxteis, de confecções e aviamentos atendidos pela Lei da Moda (Lei nº 6.331/12)

- Indústrias do setor Metalmecânico de Nova Friburgo (Lei nº 6.648/13)

- Indústria Moveleira: estabelecimentos fabricantes de móveis para escritório e móveis de uso doméstico e empresarial (Lei nº 6.868/14)

- Indústria de Cervejas Artesanais (Lei nº 6.821/14)

- Produção cultural (Lei nº 1954/92)

- Empresas enquadradas no RIOLOG (Lei nº 4.173/03)

- Produtos que compõem a cesta básica (Lei nº 4.892/06)

- Indústrias beneficiadas pelos decretos nºs 32.161/02 (Cesta básica), 36.453/04 (RIOLOG), 38.938/06 (Trigo), 43.608/12 (Panificação) e 44.498/13 (Distribuidores);

- Os contribuintes alcançados pelo setor sucroalcooleiro

- Os benefícios que alcancem material escolar e medicamentos básicos

- Os benefícios para micro e pequenas empresas definidas na LC 123/06

Fonte: Sistema FIRJAN

O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras do Ibama (CTF/APP) está valendo desde 2013, porém muitos empresários ainda enfrentam dificuldades para preencher o documento. A fim de dar mais segurança a esses profissionais, Sistema FIRJAN, em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu início ao Projeto de Suporte à Indústria.

A primeira entrega, prevista para novembro, é um manual de respostas para dúvidas frequentes levantadas pelos empresários associados à FIRJAN, que estão registrados no CTF/APP. Para a elaboração do documento, a Federação mapeou as sugestões de indústrias que participam do Conselho Empresarial de Meio Ambiente e de empresas e sindicatos associados que apresentaram dúvidas ao Instituto SENAI de Tecnologia (IST) Ambiental.

Após a entrega do manual, caso sejam identificados outros pontos comuns de dúvida, a FIRJAN entregará um documento ao Ibama sugerindo melhorias no sistema de acesso ou novas ações. “Acreditamos que é importante abrir canais de interlocução com a indústria, por isso, essa parceria com a FIRJAN é fundamental”, disse Edylene Monteiro de Brito, chefe do Setor de Cadastro do Instituto.

O CTF/APP é uma obrigação prevista na Instrução Normativa Ibama nº 06/2013. Caso não o preencha, a empresa fica sujeita a multa, além de não poder emitir o Certificado de Regularidade do Ibama, que é exigido para emissão de licenças ambientais, participação em licitações públicas, compra e venda de produtos controlados por legislação ambiental.

Acesse o site do Ibama para saber mais sobre o cadastro.

Fonte: Sistema FIRJAN

Bruno Nova, aluno do SENAI Espaço da Moda em Nova Friburgo, acaba de ser aprovado na última seletiva do projeto SENAI Brasil Fashion, que aconteceu em São Paulo, nesta terça-feira (16). O programa envolve cerca de 11 mil estudantes da instituição e tem como objetivo incentivar o empoderamento e a prática inovadora no campo da moda.

Foram 12 trabalhos selecionados em todo o país. Agora, os autores dos projetos participarão de uma vivência inspiracional, em Inhotim (MG), e de encontros de coaching no Rio de Janeiro, sob a tutoria dos estilistas Lenny Niemeyer, Ronaldo Fraga, Alexandre Herchcovitch e Lino Villaventura.

Bruno soube da notícia ainda no aeroporto, enquanto esperava o voo de volta para o Rio. “Estou em choque. Ainda absorvendo a informação”, disse o jovem, que sabe o quanto a experiência vai fazer diferença na carreira. Ele, que também é tatuador, tem 27 anos e estuda moda desde 2011. É aluno do curso Técnico em Vestuário, demanda do setor em Nova Friburgo, atendida pelo SENAI Espaço da Moda.

“Estamos radiantes!”, disse Marcelo Porto, presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região. “É mais do que uma vitória do Bruno, é uma conquista de todo polo da moda da região, porque isso garante que vamos continuar de pé. Estamos conseguindo uma nova safra de profissionais especializados que, já no início da carreira, estão se destacando no cenário da moda”, explicou o empresário, entusiasmado.

A coordenadora do Espaço da Moda, Milena Cariello, conta que o curso de Técnico em Vestuário compreende todas as possíveis funções que um profissional pode ocupar em empresas de moda. O programa está contextualizado com as caraterísticas do polo da região, que é o maior exportador do estado no setor. O curso está sempre em processo de atualização, acompanhando as tendências do universo da moda, graças a visitas técnicas feitas ao redor do mundo pelo Sistema FIRJAN.

Agora, Bruno e os outros 11 escolhidos se preparam processo de coaching e curso de extensão com os grandes estilistas que culminará em um desfile de moda profissional, que será realizado em Brasília, em novembro, para a apresentação de peças desenvolvidas pelos alunos a partir da orientação dos seus respectivos coachers.

Fonte: Assessoria de Imprensa Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Centro-Norte Fluminense

Mais importante premiação para micro e pequenas empresas, cooperativas e associações produtivas, o Prêmio MPE Brasil RJ está com prazo de inscrição prorrogado. Agora, as candidatas podem se inscrever até o dia 21 de agosto. A conquista do prêmio na etapa estadual já garante aos vencedores o direito de usar o selo do MPE Brasil RJ, o que permite aos ganhadores mais destaque no mercado. Os vencedores estaduais também participarão do evento de reconhecimento nacional, além da disputa da etapa nacional, em Brasília, no primeiro trimestre de 2017. A inscrição é gratuita.

O MPE Brasil RJ é uma realização da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Sebrae-RJ, Firjan e Gerdau-Cosigua.

A premiação tem como o objetivo de promover o aumento da qualidade, da produtividade e da competitividade entre as empresas, estimular a inovação em processos e produto e/serviços, além de disseminar os conceitos e as práticas de gestão. Em nível nacional, o MPE Brasil é promovido nas 27 unidades da federação.

As categorias do MPE Brasil são as seguintes: comércio, indústria, serviços, serviços de turismo, serviços de TI, serviços de saúde, serviços de educação e agronegócio. A competição também inclui dois reconhecimentos especiais - destaque em responsabilidade social e destaque de inovação.

Para participar, é necessário ter receita bruta anual de até R$ 3,6 milhões, ter completado pelo menos um ano fiscal de atividade, possuir domicílio no estado do Rio de Janeiro e comprovar regularidade fiscal e estatutária.

Mais informações sobre o MPE Brasil RJ podem ser obtidas no site:
http://mpepremio.postbox.com.br/login.

Fonte: Agência Rio

O foco no conceito dos produtos é a grande aposta das marcas internacionais para fidelizar o consumidor e alavancar seus negócios. De acordo com o consultor Marcelo Tôrres, que acompanhou a missão sindical de moda promovida pelo Sistema FIRJAN à Portland, investir na proposta e nos valores é a tendência priorizada pelas empresas e pela própria cidade norte-americana, onde ele fez pesquisas de comportamento e tendências para o verão 2017.

“Portland é a sede de marcas renomadas e seu diferencial é criar valor. É o lugar que estabeleceu a meta de ser sustentável e criou um ambiente criativo a partir de um planejamento estratégico. Com isso, proporcionou um ecossistema favorável para as empresas que também têm essa visão”, explicou o consultor.

Para Tôrres, o estado do Rio tem potencial e características para investir em estratégia semelhante. Ele destacou que a criatividade e a cultura de comunidade e pertencimento fluminenses são aspectos a serem explorados para fortalecer ainda mais o polo industrial de moda.

“O Rio tem todas as condições favoráveis para criar um planejamento integrado que promova esse desenvolvimento. Já para as indústrias, é muito importante entender que o produto é só uma parte. O foco deve ser a marca, não a fábrica”, avaliou.

Tecnologia e tendências em produto

Na palestra sobre as tendências em produto e tecnologia para o próximo verão, especialistas da Federação abordaram as novidades e confirmações observadas nas ruas e eventos de moda da Europa.

Carol Fernandes, especialista técnico da Federação, destacou que a comunicação clara e eficiente com o consumidor é a macrotendência, que pode gerar um diferencial competitivo para as empresas. “É preciso fazer algo a mais para atrair o cliente e entender o que ele deseja. Quem falar a linguagem do público vai sair na frente dos concorrentes”, avalia.

De acordo com ela, para o verão 2017 as empresas devem continuar investindo no segmento fitness, explorando o estilo esportivo de forma menos óbvia: “O fitness é muito forte, e toda loja tem um espaço para essa categoria. São peças que devem ter maleabilidade e mobilidade, mas sem parecer uma roupa clássica de academia”.

Segundo Julio Lemos, analista técnico em Têxtil da FIRJAN, as tecnologias vestíveis têm sido utilizadas para aumentar o valor agregado das peças e se tornam cada vez mais acessíveis ao consumidor. Uma das inovações é o uso de biocerâmica, que ajuda no combate à celulite, nos tecidos de jeans. “Vimos uma loja em que praticamente todas as peças tinham algum tipo de tecnologia. É algo que está sendo massificado e usado em larga escala”, afirma.

Para Addison Meneses, presidente do Sindicato das Indústrias de Confecções de Roupas e Chapéus de Senhoras de Petrópolis (Sindcon), conhecer a experiência internacional foi importante para pensar em novas formas de atuação: “Foi muito interessante notar como o conceito muda não só as marcas, mas as cidades. O Rio é muito rico nisso, e é algo com que podemos trabalhar. A indústria vir depois da proposta é uma ideia totalmente diferenciada do passado, que pode abrir oportunidades”.

O Giro Moda: Alto Verão aconteceu em 28 de julho, na sede da FIRJAN.

Fonte: Sistema FIRJAN

O acesso à infraestrutura tecnológica, profissionais capacitados e maior interação entre empresas e instituições de tecnologia estão entre os desafios identificados pelos empresários fluminenses para o desenvolvimento da manufatura avançada no Brasil.

Os gargalos e as oportunidades dessa temática no país estiveram em pauta em workshop promovido pelo governo federal e entidades representativas, em parceria com o Sistema FIRJAN, para recolher sugestões que subsidiem a criação de uma Política Nacional de Manufatura Avançada.

O tema integra o Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio 2016-2025, no âmbito da Gestão Empresarial. A primeira proposta do documento, no referido pilar, é fortalecer a getsão, a governança e a produtividade nas empresas do estado do Rio.

A dinâmica do encontro contou com discussões em grupo sobre desafios e projetos a serem desenvolvidos em áreas específicas, como infraestrutura, recursos humanos, tecnologia, aplicação nas cadeias produtivas e regulação. As iniciativas sugeridas para a inserção desse tipo de manufatura no país incluem o fomento ao empreendedorismo, a modernização da tecnologia e políticas públicas para a educação.

Segundo Augusto Oliveira, coordenador de Engenharia de Geração de Valor da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a evolução da indústria inteligente passa por um esforço para disseminar inovações em empresas de pequeno e médio portes. “Temos que avaliar como implantar projetos da indústria 4.0 em plantas industriais que ainda estão distantes dessa tecnologia. Também é preciso definir uma agência que concentrará as ações para fomento à manufatura avançada”, alerta.

Jefferson Gomes, professor do Instituto Tecnológico da Aeronáutica e diretor regional do SENAI Santa Catarina, defende que a indústria 4.0 tem transformado a produção industrial das principais economias do mundo, como Alemanha, China, Estados Unidos e Inglaterra. Ele destaca que esse novo conceito tem oportunidades transversais e pode incrementar segmentos estratégicos para o estado do Rio, como o de petróleo e gás: “Existem vastas possibilidades para o desenvolvimento de novos produtos com a combinação de custos baixos e confluência tecnológica proporcionada pela manufatura avançada”.

De acordo com Marcio Fortes, diretor de Relações Institucionais do Sistema FIRJAN, as fábricas inteligentes integram um ambiente de inovação fundamental para a competitividade. “Temos que pensar como vamos nos inserir nesse cenário. Para operar as máquinas autônomas, precisaremos de pessoas preparadas. Por isso, é necessário incutir a inovação entre os jovens”, opina.

Política nacional

O estado do Rio encerrou a série de encontros para discussão da manufatura avançada promovidos pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei), Confederação Nacional da Indústria e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

A iniciativa aconteceu também no Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Pernambuco, com o objetivo de implantar uma política industrial no país, alinhada aos novos paradigmas de produção. A partir dos workshops, será constituída uma rede de integração da manufatura avançada e um relatório com o mapeamento das potencialidades, que deverá ser entregue às cidades que participaram do projeto.

“Buscamos a contribuição de todos, porque precisamos construir uma política que mostre aonde queremos chegar e o que precisaremos fazer para alcançar nossas metas”, pontua Jorge Campagnolo, coordenador geral de Serviços Tecnológicos do MDIC.

O workshop Manufatura Avançada aconteceu em 20 de julho, na sede do Sistema FIRJAN.

Fonte: Sistema FIRJAN

A 26ª edição da Fevest – Feira de Moda Íntima, Praia, Fitness e Matéria-prima, realizada pelo Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), encerrou neste domingo e o valor estimado de negócios gerados a partir do evento foi de R$ 54 milhões. Aproximadamente 23 mil pessoas visitaram o evento, promovido pelo Sistema FIRJAN e Sebrae, com o apoio do Conselho da Moda, Prefeitura de Nova Friburgo, Rede InterTV, TexBrasil, Abit, Apex - Brasil; e organização da Teia de Eventos.

Este ano, a mais importante feira de negócios do polo de Nova Friburgo apresentou um novo modelo. O evento, chamado de Fevest Festival, teve os dois últimos dias dedicados à venda direta ao público. Desta forma, completa um ciclo e expande seu público, atendendo desde de fornecedores de materiais, agentes da cadeia produtiva até o consumidor final do produto. Durante os dias de varejo as peças vendidas somaram R$ 50 mil.

Durante o evento, a FIRJAN apresentou a plataforma digital Guia da Indústria, que concentra informações de empresas da cadeia da moda no estado do Rio. O objetivo da ferramenta é promover e facilitar a geração de negócios através de um ambiente online que reúne compradores e fornecedores. Qualquer empresa do setor pode se inscrever gratuitamente pelo site do Guia da Indústria. O que promete aquecer ainda mais os negócios na Capital da Moda Íntima.

A Região Centro-Norte se reafirma como referência no setor caminhando na contramão das estatísticas. É o que mostra uma análise da FIRJAN Internacional, que detectou que as exportações de Moda Íntima do estado do Rio movimentaram US$ 1,6 milhões em 2015, valor 11% menor que o ano anterior (US$ 1,8 milhões). Contudo, o Centro-Norte, cuja cidade polo é Nova Friburgo, exportou 32% a mais em 2015 na comparação com 2014, saindo de US$ 762 mil para US$ 1 milhão. A região aumentou sua participação nas exportações de moda íntima do estado, saindo de 42% para 63%, respondendo, assim, pela maior parte do desempenho exportador de moda íntima do estado do Rio.

Novos Talentos SENAI Espaço da Moda

Durante e a feira, a Federação também lançou a segunda edição do Novos Talentos Espaço da Moda, que desta vez trabalhou a temática do esporte. A proposta mobilizou os alunos a criar peças engajadas nas tendências que embalam o mundo. A ideia, inspirada nas fachadas de escolas internacionais como a London College, na Inglaterra, tem como principal objetivo divulgar o trabalho dos estudantes, que está sempre contextualizado com os movimentos de mercado pela equipe de Moda da Federação.

A temática deste ano aproveitou os Jogos Olímpicos para mostrar um fenômeno que vai além de uma tendência que acaba em seis meses, segundo a especialista em moda da FIRJAN, Milena Cariello. Ela explica que o movimento em prol da saúde, que tem sido observado na sociedade, está promovendo uma “conversa” entre a moda e o esporte quanto a estilo e tecnologia. “Tecidos com elasticidade, respirabilidade, são muito usados. Além das cores básicas como preto, branco e cinza, temos duas tonalidades fortes que são referência nesse universo: o pink e o laranja”, adianta a especialista.

O resultado ganhou produção fotográfica profissional e está estampando o gradil da escola em uma das principais avenidas da cidade. As peças expostas durante a Fevest e no ano que vem o projeto ganha um desfile exclusive no evento. O SENAI Espaço da Moda está localizado na Avenida Conselheiro Julius Arp, número 85, no Centro de Nova Friburgo.

Cursos

O SENAI Espaço da Moda é o primeiro e único ambiente destinado a atender, de forma integrada, às necessidades do segmento de moda íntima no estado do Rio. O local forma pessoas aptas para atender a demanda do setor por colaboradores capacitados no que há de mais moderno e contextualizado com o mercado.

Vagas estão abertas para os cursos de Custos Industriais do Vestuário; Gestão de Resíduos Sólidos do Vestuário; Ilustração Digital da Moda; Modelagem Moda Íntima; e Manutenção para Máquinas de Costuras Eletrônica. Além disso, os interessados também podem se inscrever para cursos gratuitos oferecidos pelo Sindvest em parceria com o SENAI: Técnico em Vestuário; Desenhista da Moda; e Figurinista.

Fonte: Sistema FIRJAN

O projeto Novos Talentos SENAI Espaço da Moda terá um desfile exclusivo na Fevest 2017. O anúncio aconteceu na tarde do dia 6 de julho, durante a abertura da 26ª edição da mais importante feira brasileira de moda íntima, praia, fitness e matéria-prima.

O presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, recebeu o convite da aluna Cinthia Lamblet durante os discursos do evento, realizado em Nova Friburgo pelo Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região).

“Investir em educação é apostar no crescimento de um setor. Nova Friburgo é exemplo de um arranjo produtivo que prosperou aqui no Brasil. Nós da FIRJAN estamos muito satisfeitos por termos cooperado com esse crescimento”, disse o presidente. A FIRJAN é parceira do evento desde a primeira edição, há 26 anos.

Segundo o presidente do Sindvest, Marcelo Porto, “ao formar e prestigiar essa mão de obra, estimulamos os estudantes a fazer parte de um arranjo produtivo de alto nível. Hoje nós trabalhamos com produtos que impressionam para conquistar os mercados internacionais”, revelou.

A aluna Cinthia Lamblet, que discursou na abertura do evento, ressaltou que participar do Novos Talentos foi como vivenciar a experiência do mercado de trabalho no ambiente escolar.

No Novos Talentos SENAI Espaço da Moda, os alunos aprendem na prática todas as fases de produção: do desenho ao acabamento. O resultado final são peças que são expostas na Fevest e em fotos que encapam a fachada da escola, em Nova Friburgo, nos moldes do que é feito por centros de estudos internacionais, como a London College, na Inglaterra. O objetivo é divulgar o trabalho dos estudantes, orientado segundo as tendências globais capturadas pela equipe de Moda do Sistema FIRJAN.

Fevest de cara nova

Este ano, a mais importante feira de negócios do polo de Nova Friburgo e região está de cara nova. O evento, chamado de Fevest Festival, começou dia 6 e vai até 10 de julho. A grande novidade são os dois últimos dias dedicados à venda direta ao público. Desta forma, o evento completa um ciclo e expande seu público, atendendo desde de fornecedores de materiais, agentes da cadeia produtiva até o consumidor final do produto.

A feira é reconhecida por compradores de todo o Brasil e do exterior como referência em promoção de negócios e lançamento de novos produtos, conceitos e tendências.

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