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A 26ª edição da Fevest – Feira de Moda Íntima, Praia, Fitness e Matéria-prima, realizada pelo Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), encerrou neste domingo e o valor estimado de negócios gerados a partir do evento foi de R$ 54 milhões. Aproximadamente 23 mil pessoas visitaram o evento, promovido pelo Sistema FIRJAN e Sebrae, com o apoio do Conselho da Moda, Prefeitura de Nova Friburgo, Rede InterTV, TexBrasil, Abit, Apex - Brasil; e organização da Teia de Eventos.

Este ano, a mais importante feira de negócios do polo de Nova Friburgo apresentou um novo modelo. O evento, chamado de Fevest Festival, teve os dois últimos dias dedicados à venda direta ao público. Desta forma, completa um ciclo e expande seu público, atendendo desde de fornecedores de materiais, agentes da cadeia produtiva até o consumidor final do produto. Durante os dias de varejo as peças vendidas somaram R$ 50 mil.

Durante o evento, a FIRJAN apresentou a plataforma digital Guia da Indústria, que concentra informações de empresas da cadeia da moda no estado do Rio. O objetivo da ferramenta é promover e facilitar a geração de negócios através de um ambiente online que reúne compradores e fornecedores. Qualquer empresa do setor pode se inscrever gratuitamente pelo site do Guia da Indústria. O que promete aquecer ainda mais os negócios na Capital da Moda Íntima.

A Região Centro-Norte se reafirma como referência no setor caminhando na contramão das estatísticas. É o que mostra uma análise da FIRJAN Internacional, que detectou que as exportações de Moda Íntima do estado do Rio movimentaram US$ 1,6 milhões em 2015, valor 11% menor que o ano anterior (US$ 1,8 milhões). Contudo, o Centro-Norte, cuja cidade polo é Nova Friburgo, exportou 32% a mais em 2015 na comparação com 2014, saindo de US$ 762 mil para US$ 1 milhão. A região aumentou sua participação nas exportações de moda íntima do estado, saindo de 42% para 63%, respondendo, assim, pela maior parte do desempenho exportador de moda íntima do estado do Rio.

Novos Talentos SENAI Espaço da Moda

Durante e a feira, a Federação também lançou a segunda edição do Novos Talentos Espaço da Moda, que desta vez trabalhou a temática do esporte. A proposta mobilizou os alunos a criar peças engajadas nas tendências que embalam o mundo. A ideia, inspirada nas fachadas de escolas internacionais como a London College, na Inglaterra, tem como principal objetivo divulgar o trabalho dos estudantes, que está sempre contextualizado com os movimentos de mercado pela equipe de Moda da Federação.

A temática deste ano aproveitou os Jogos Olímpicos para mostrar um fenômeno que vai além de uma tendência que acaba em seis meses, segundo a especialista em moda da FIRJAN, Milena Cariello. Ela explica que o movimento em prol da saúde, que tem sido observado na sociedade, está promovendo uma “conversa” entre a moda e o esporte quanto a estilo e tecnologia. “Tecidos com elasticidade, respirabilidade, são muito usados. Além das cores básicas como preto, branco e cinza, temos duas tonalidades fortes que são referência nesse universo: o pink e o laranja”, adianta a especialista.

O resultado ganhou produção fotográfica profissional e está estampando o gradil da escola em uma das principais avenidas da cidade. As peças expostas durante a Fevest e no ano que vem o projeto ganha um desfile exclusive no evento. O SENAI Espaço da Moda está localizado na Avenida Conselheiro Julius Arp, número 85, no Centro de Nova Friburgo.

Cursos

O SENAI Espaço da Moda é o primeiro e único ambiente destinado a atender, de forma integrada, às necessidades do segmento de moda íntima no estado do Rio. O local forma pessoas aptas para atender a demanda do setor por colaboradores capacitados no que há de mais moderno e contextualizado com o mercado.

Vagas estão abertas para os cursos de Custos Industriais do Vestuário; Gestão de Resíduos Sólidos do Vestuário; Ilustração Digital da Moda; Modelagem Moda Íntima; e Manutenção para Máquinas de Costuras Eletrônica. Além disso, os interessados também podem se inscrever para cursos gratuitos oferecidos pelo Sindvest em parceria com o SENAI: Técnico em Vestuário; Desenhista da Moda; e Figurinista.

Fonte: Sistema FIRJAN

O projeto Novos Talentos SENAI Espaço da Moda terá um desfile exclusivo na Fevest 2017. O anúncio aconteceu na tarde do dia 6 de julho, durante a abertura da 26ª edição da mais importante feira brasileira de moda íntima, praia, fitness e matéria-prima.

O presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, recebeu o convite da aluna Cinthia Lamblet durante os discursos do evento, realizado em Nova Friburgo pelo Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região).

“Investir em educação é apostar no crescimento de um setor. Nova Friburgo é exemplo de um arranjo produtivo que prosperou aqui no Brasil. Nós da FIRJAN estamos muito satisfeitos por termos cooperado com esse crescimento”, disse o presidente. A FIRJAN é parceira do evento desde a primeira edição, há 26 anos.

Segundo o presidente do Sindvest, Marcelo Porto, “ao formar e prestigiar essa mão de obra, estimulamos os estudantes a fazer parte de um arranjo produtivo de alto nível. Hoje nós trabalhamos com produtos que impressionam para conquistar os mercados internacionais”, revelou.

A aluna Cinthia Lamblet, que discursou na abertura do evento, ressaltou que participar do Novos Talentos foi como vivenciar a experiência do mercado de trabalho no ambiente escolar.

No Novos Talentos SENAI Espaço da Moda, os alunos aprendem na prática todas as fases de produção: do desenho ao acabamento. O resultado final são peças que são expostas na Fevest e em fotos que encapam a fachada da escola, em Nova Friburgo, nos moldes do que é feito por centros de estudos internacionais, como a London College, na Inglaterra. O objetivo é divulgar o trabalho dos estudantes, orientado segundo as tendências globais capturadas pela equipe de Moda do Sistema FIRJAN.

Fevest de cara nova

Este ano, a mais importante feira de negócios do polo de Nova Friburgo e região está de cara nova. O evento, chamado de Fevest Festival, começou dia 6 e vai até 10 de julho. A grande novidade são os dois últimos dias dedicados à venda direta ao público. Desta forma, o evento completa um ciclo e expande seu público, atendendo desde de fornecedores de materiais, agentes da cadeia produtiva até o consumidor final do produto.

A feira é reconhecida por compradores de todo o Brasil e do exterior como referência em promoção de negócios e lançamento de novos produtos, conceitos e tendências.

A indústria da moda no Centro-Norte Fluminense está na contramão da crise que atinge a economia brasileira. Segundo levantamento do Sistema FIRJAN, a região que tem Nova Friburgo como cidade polo exportou 32% mais moda íntima em 2015 em comparação com 2014, saindo de US$ 762 mil para US$ 1 milhão.

O Centro-Norte aumentou sua participação nas exportações de moda íntima do estado, saindo de 42% para 63%. Isso significa que a região respondeu pela maior parte do desempenho exportador de moda íntima do Rio de Janeiro, segundo levantamento da FIRJAN Internacional com base nas estatísticas da Secretária de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento.

Dentro da cadeia da moda, o Estado possui 26.667 estabelecimentos formais, que empregam 195.797 trabalhadores com carteira assinada. A região Centro-Norte compõe 11% do total de estabelecimentos da Cadeia da Moda do Rio e 10% do total de trabalhadores com carteira assinada do estado.

O elo industrial de Confecção emprega 52,5 mil trabalhadores formais. Neste segmento, a região Centro-Norte Fluminense corresponde a 24% do número de trabalhadores do Estado do Rio de Janeiro. Os dados foram compilados da última Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) disponível.

Os números reafirmam o polo como Capital da Moda Íntima e reiteram a importância da Fevest, mais importante feira brasileira do setor de moda íntima, praia, fitness e matéria-prima, realizada pelo Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), com promoção do Sistema FIRJAN e do Sebrae. O evento -- que nesta quarta-feira (6) chega a 26ª edição -- é a mais importante rodada de negócios de Nova Friburgo, o maior polo fabricante de moda íntima em todo o Brasil.

“A parceria com a FEVEST é motivo de muito orgulho, e reforça nosso compromisso de apoiar a cadeia da moda. O setor é o segundo maior empregador da indústria fluminense. Está presente em praticamente todas as regiões do Estado, e tem Nova Friburgo como um de seus destaques”, afirma o presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira.

Para o presidente do sindicato realizador da feira, Marcelo Porto, foi importante para o setor aprender com o passado e inovar. “Desde 2008, quando tivemos a última forte adversidade econômica, o polo começou a repensar os conceitos e trabalhar em design e sofisticação. É aí que a parceria com o Sistema FIRJAN tem sido fundamental em pesquisa e formação de mão de obra. Hoje temos um produto com muito mais valor agregado e que atende aos padrões internacionais”, explica o presidente do Sindvest.

Produtos registram 151% de valorização

Ainda de acordo com a análise da FIRJAN Internacional, houve incremento em todos os produtos exportados, com destaque para soutiens. Vale ressaltar a valorização do produto exportado, pois o preço médio da região Centro-Norte saiu de US$ 72/kg para US$ 118/kg, avançando 64%. Isso demonstra que os produtos da região agregaram bastante valor e se distanciaram do restante do estado. A média de preços para o mercado exportador em todo o estado é de US$ 33/Kg. A maior valorização esteve com os produtos de soutiens, cintas e espartilhos (151%).

A Fevest também conta com apoio do Conselho da Moda, Prefeitura de Nova Friburgo, Rede InterTV, TexBrasil, Abit, Apex; e organização da Teia de Eventos.

Fonte: Assessoria de Imprensa Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Centro-Norte Fluminense

Para promover a troca de experiências entre empresários e debater assuntos como inovação, competitividade, processos e estratégia, a Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Centro-Norte Fluminense realizou mais um Encontro de Negócios. Os convidados desta edição foram o Consórcio RioGaleão, responsável pelo Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, e a Votorantim Cimentos.

O empresário Joel Wermelinger Araújo, presidente da representação, abriu o encontro ressaltando a importância de promover debates para o crescimento regional. “O futuro das empresas que não inovam é acabar. E inovação é assunto amplo que requer troca de experiências, envolve não só o pensamento no produto final, mas mudanças em processos muitas vezes considerados pequenos que podem culminar em grandes resultados”, disse.

Carlos Flores, gerente da Votorantim, empresa brasileira que está presente em mais de 20 países, e atua em diversos segmentos, destacou que as estratégias da companhia são desenhadas a partir da compreensão das pessoas. “Damos muita importância ao nosso comportamento dentro da sociedade ondeatuamos e daí a preocupação com ferramentas, como a comunicação contínua, que nos permitam trabalhar em conjunto com a comunidade alavancando os nossos resultados”, explicou.

Para Gilberto Ribeiro, executivo do RioGaleão, além do empresariado estar atento às demandas de mercado, é necessário se preocupar com os processos. “A simplificação também é um caminho notável, pois reduz prazos e custos, o que é bastante útil no momento atual. Compactar processos para deixa-los mais enxutos e consequentemente mais ágeis é essencial”, analisou o executivo.

Ribeiro ressaltou ainda a busca por sinergia com empresas parceiras para fortalecer atuações, oportunidade garantida em eventos como o Encontro de Negócios.

O evento aconteceu em 29 de junho na Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Centro-Norte Fluminense, em Nova Friburgo.

Fonte: Sistema FIRJAN

Cerca de 300 profissionais da área de Moda estiveram no Museu do Amanhã na segunda-feira (27/6) para a terceira conferência setorial da Casa Rio, um dos principais programa de negócios do país. O evento, que teve como tema “Inovação em Negócios da Moda”, reuniu membros da cadeia produtiva, da área criativa e representantes das indústrias têxtil e de confecção, além de grandes cadeias varejistas, acadêmicos e autoridades governamentais responsáveis pela elaboração de políticas públicas.

O presidente do Sistema FIRJAN, Carlos Mariani Bittencourt, participou da abertura do evento ao lado do presidente da Rio Negócios, Marcelo Haddad; do diretor-superintende do Sebrae RJ, Cezar Vasquez; e do presidente da Associação Brasileira da Indústria Textil (Abit), Rafael Cervone. Mariani ressaltou a importância da indústria da moda, segundo maior empregador no estado do Rio.

"O Sistema FIRJAN atua em defesa da indústria da moda com diversas ações, como a recente participação no Rio Moda Rio, mais nova plataforma de ações do setor, além de iniciativas de desenvolvimento da indústria criativa, proporcionando cada vez mais valor agregado aos produtos da indústria tradicional", disse Mariani. Ele ressaltou ainda o apoio da Federação em missões internacionais, que levam empresários ao exterior para conhecer as novas tendências do setor, assim como o Giro Moda, o Cria Rio e o fórum setorial, entre outras iniciativas para fomentar o setor.

Temas e painéis

A conferência foi aberta com o tema "O papel de instituições públicas e privadas na promoção da indústria de moda local" e contou com abertura de Caroline Rush, CEO do British Fashion Council, falando sobre a experiência do órgão na revitalização da indústria da moda britânica. Rush afirmou que a revitalização se deu por meio de uma infraestrutura de suporte para estilistas emergentes, seja em qualificação, monetização, investimentos e inserção de seus produtos no o e-commerce o mais rápido possível.

Na sequência, o debate girou em torno do estabelecimento de uma visão estratégica para a indústria de moda brasileira. O consenso do painel foi a necessidade de maior articulação na cadeia produtiva. Um diálogo entre fornecedores, estilistas e varejistas abriria inúmeras possibilidades para o setor. Participaram do painel Oskar Metsavaht, diretor de estilo da Osklen e presidente do Fórum de Moda do Sistema FIRJAN; Duda Magalhães, diretor da Dream Factory e do Rio Moda Rio; Roberta Damasceno, fundadora da butique multimarcas Dona Coisa; Carla Pinheiro, vice-presidente do SEBRAE; e Carlos Tufvesson, presidente do Conselho de Moda da Cidade do Rio de Janeiro.

A segunda sessão, que tratou do impacto da Quarta Revolução Industrial no setor de moda, começou com uma apresentação de Flávio Bruno, pesquisador do SENAI Cetiqt e autor do livro “Quarta Revolução Industrial do setor têxtil e confecção: A visão de futuro para 2030”. Bruno falou sobre os avanços em tecnologia não somente nos materiais de confecção, mas também nos meios de produção e distribuição.

Em seguida, a discussão focou em como otimizar a moda, reduzir custos e criar novas soluções para melhor atender as demandas do setor. Segundo os painelistas, é preciso haver uma conscientização que os métodos tradicionais de produção estão rapidamente ficando obsoletos, e que a indústria caminha numa direção de horizontalização, com estilistas e varejistas se aliando para competir com cadeias internacionais.

Participaram do painel Leticia Abraham, vice-presidente da WGSN; Fernando Pimentel, diretor da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT); Thibaud Lecuyer, fundador da Dafiti; e Andre Carvalhal, coordenador de moda do Instituto Europeu de Design (IED).

Fonte: Sistema FIRJAN

A internet das coisas (IoT, de Internet of Things) está transformando o modo de produção e consumo em todo o mundo, com oportunidades para o surgimento de novos mercados e modelos de negócio. O conceito pressupõe uma rede de sistemas, com tecnologia que se comunicam de forma independente.

Essa integração permite que objetos utilizados no dia a dia, como relógios, eletrodomésticos, utensílios e roupas, armazenem informações e interajam de forma inteligente com o ambiente externo. De acordo com Bruno Gomes, diretor de Inovação do Sistema FIRJAN, a difusão da internet das coisas no Brasil está condicionada à superação de alguns desafios, como a criação de uma política nacional para preparar o país para esse mercado.

Para o diretor, existem questões fundamentais a serem discutidas, como a melhoria no acesso à internet pela indústria e pela sociedade, as quais irão consumir dados em escala cada vez maior: “A IoT ainda é um tema novo no país, e temos dificuldade de encontrar, na política industrial nacional, incentivos estruturantes e contínuos”.

Considerada uma revolução tecnológica, a IoT ganha cada vez mais importância pelas possibilidades que traz tanto em sua vertente tecnológica quanto social. No primeiro caso, impulsionará o desenvolvimento de eletrônicos e infraestrutura, necessários à sua viabilização. Já no segundo, a mudança cultural trazida por esse cenário estimulará novos hábitos de consumo, criando um aumento de demanda por produtos inteligentes.

No novo ciclo econômico proporcionado por essa revolução, a venda de produtos acoplados a serviços para o consumidor final, é um dos modelos de negócio que ganha força. São objetos tradicionais, como chuveiros, que, conectados, informam quando o volume de água do banho ultrapassa o recomendado, por exemplo. O produto passa a ser uma commodity, e seu valor estará na função intangível – o serviço – que exerce.

O foco em nichos também é uma tendência que pode ser explorada e trazer muitas oportunidades. Ao dispor de mais informações de consumo e estilo de vida dos clientes, as empresas se tornam aptas a oferecer produtos e soluções personalizados, atingindo com mais assertividade seu público-alvo. A aproximação com stakeholders e clientes, no contexto da IoT, passa a ser, mais do que em qualquer outro tempo, um fator de competitividade para as empresas.

Indústria 4.0 no Brasil

A IoT é um dos aspectos-chave da Indústria 4.0, conhecida como a Quarta Revolução Industrial. O conceito surgiu na Alemanha, a partir de uma política do governo para aumentar a competitividade industrial do país por meio da automatização das fábricas. Trata-se de um modelo em que a tecnologia digital se funde à indústria tradicional. Nele, todos os processos dentro e em torno de uma planta operacional são integrados por meio da conexão a um sistema de rede, formando, assim, a chamada fábrica inteligente.

Essa inovação proporciona benefícios como o incremento da produtividade e redução de custos e de tempo para fabricação de produtos de maior qualidade. Projeções da consultoria McKinsey apontam que, em 2025, o ganho proporcionado por essa tecnologia no mundo pode ser de 1,2 trilhão a 3,7 trilhões de dólares.

Para se inserir nesse modelo, o Brasil encontra desafios relevantes, que podem ser transformados em oportunidades. Por estar em um estágio anterior, de transição para a Indústria 3.0, o setor produtivo nacional pode otimizar esse movimento e absorver as tecnologias 4.0, queimando uma etapa do ciclo de evolução.

No estado do Rio, de acordo com uma pesquisa realizada pela Federação com 420 empresários fluminenses, mais da metade dos industriais já identifica tecnologias importantes para a competitividade do setor nos próximos cinco anos. Entre os principais benefícios esperados com sua aplicação está a redução dos custos e o aumento da produtividade.

SENAI prepara para novas tendências

A fim de preparar os empresários para essas transformações, o SENAI realiza um monitoramento de tendências tecnológicas por meio do Mapa de Rotas Tecnológicas e elaboração de estudos técnicos.

“Os Institutos SENAI de Tecnologia e o de Inovação também estão aderentes a esses movimentos. Temos consultorias diversas desde automação até prototipagem de sistemas e equipamentos, além de linhas de pesquisas específicas para IoT”, destaca Bruno Gomes.

Saiba mais sobre a Internet das Coisas e Indústria 4.0

Fonte: Sistema FIRJAN

O presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêia Vieira, participa na próxima quarta-feira, 6, da abertura da 26ª edição da Fevest – Feira de Moda Íntima, Praia, Fitness e Matéria-prima, realizada pelo Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região). Durante o evento, que vai até domingo, 10, a Federação apresenta a plataforma digital Guia da Indústria, que concentra informações de empresas da cadeia da moda no estado do Rio.

O objetivo da ferramenta é promover e facilitar a geração de negócios através de um ambiente online que reúne compradores e fornecedores. Qualquer empresa do setor pode se inscrever gratuitamente pelo site do Guia da Indústria. O que promete aquecer ainda mais os negócios na Capital da Moda Íntima.

A Região Centro-Norte se reafirma como referência no setor caminhando na contramão das estatísticas. É o que mostra uma análise da FIRJAN Internacional, que detectou que as exportações de Moda Íntima do estado do Rio movimentaram US$ 1,6 milhões em 2015, valor 11% menor que o ano anterior (US$ 1,8 milhões). Contudo, o Centro-Norte, cuja cidade polo é Nova Friburgo, exportou 32% a mais em 2015 na comparação com 2014, saindo de US$ 762 mil para US$ 1 milhão. A região aumentou sua participação nas exportações de moda íntima do estado, saindo de 42% para 63%, respondendo, assim, pela maior parte do desempenho exportador de moda íntima do estado do Rio.

Novos Talentos SENAI Espaço da Moda

Durante e a feira, a FIRJAN também lança a segunda edição do Novos Talentos Espaço da Moda, que promete conquistar os olhares do público com o colorido do esporte. A proposta mobiliza os alunos a criar peças engajadas nas tendências que embalam o mundo. A ideia, inspirada nas fachadas de escolas internacionais como a London College, na Inglaterra, tem como principal objetivo divulgar o trabalho dos estudantes, que está sempre contextualizado com os movimentos de mercado pela equipe de Moda da Federação.

A temática deste ano aproveita os Jogos Olímpicos para mostrar um fenômeno que vai além de uma tendência que acaba em seis meses, segundo a especialista em moda da FIRJAN, Milena Cariello. Ela explica que o movimento em prol da saúde, que tem sido observado na sociedade, está promovendo uma “conversa” entre a moda e o esporte quanto a estilo e tecnologia. “Tecidos com elasticidade, respirabilidade, são muito usados. Além das cores básicas como preto, branco e cinza, temos duas tonalidades fortes que são referência nesse universo: o pink e o laranja”, adianta a especialista.

O resultado ganhou produção fotográfica profissional e vai estampar o gradil da escola em uma das principais avenidas da cidade. As peças serão expostas durante a Fevest e os alunos terão a oportunidade de compartilhar com os empresários o processo de criação dos produtos. O SENAI Espaço da Moda está localizado na Avenida Conselheiro Julius Arp, número 85, no Centro de Nova Friburgo.

Cursos

O SENAI Espaço da Moda é o primeiro e único ambiente destinado a atender, de forma integrada, às necessidades do segmento de moda íntima no estado do Rio. O local forma pessoas aptas para atender a demanda do setor por colaboradores capacitados no que há de mais moderno e contextualizado com o mercado.

Vagas estão abertas para os cursos de Custos Industriais do Vestuário; Gestão de Resíduos Sólidos do Vestuário; Ilustração Digital da Moda; Modelagem Moda Íntima; e Manutenção para Máquinas de Costuras Eletrônica. Além disso, os interessados também podem se inscrever para cursos gratuitos oferecidos pelo Sindvest em parceria com o SENAI: Técnico em Vestuário; Desenhista da Moda; e Figurinista.

Fevest chega a 26ª edição

De 6 a 10 de julho, a feira apresenta os lançamentos do Polo de Nova Friburgo para a temporada primavera/verão 2017. Entre as novidades para esta edição está a abertura para o público nos dias 09 e 10 de julho, quando moradores da região e visitantes poderão conferir e comprar direto de seus criadores, com preços promocionais.

A feira é reconhecida por compradores de todo o Brasil e do exterior como referência de feira de negócios que possibilita lançamentos de novos produtos, conceitos e tendências. Na edição 2015, o evento reuniu, aproximadamente, 10 mil visitantes. Este ano contará com cerca de 100 expositores entre confeccionistas e fornecedores.

A Fevest é uma realização do Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), promovida pelo Sistema FIRJAN e Sebrae, com o apoio do Conselho da Moda, Prefeitura de Nova Friburgo, Rede InterTV, TexBrasil, Abit, Apex - Brasil; e organização da Teia de Eventos.

Saiba mais sobre a Fevest 2016

Fonte: Sistema FIRJAN

O SESI Rio está com inscrições abertas para 966 vagas gratuitas em turmas de Educação Básica de Jovens e Adultos (EJA), para aulas em diversas unidades do estado. Em Nova Friburgo são 16 vagas para a turma da noite do Ensino Médio. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira, 1º de julho, às 17h, na escola SESI de interesse.

Para se inscrever, é necessário apresentar cópias de RG, CPF, comprovante de escolaridade, certidão de nascimento ou casamento do candidato e autodeclaração de baixa renda. Para os menores de idade, deverão ser apresentados os documentos dos responsáveis. O SESI Nova Friburgo fica na Rua Teresópolis, número 248, no bairro Vila Amélia.

A matrícula daqueles que forem sorteados será realizada de 4 a 15 de julho na respectiva escola em que o candidato concorreu à vaga. Mais informações podem ser obtidas pelo 0800 0231 231 ou no site www.firjan.com.br/eja, onde está disponível o edital completo.

Além de Nova Friburgo, as oportunidades também são oferecidas nas unidades de Barra Mansa, Barra do Piraí, Cinelândia, Duque de Caxias, Itaperuna, Jacarepaguá, Laranjeiras, Nova Iguaçu, Petrópolis, Resende, São Gonçalo, Vicente de Carvalho, Volta Redonda e Santa Cruz. As vagas serão distribuídas por meio de sorteio no sábado, 2 de julho, no local em que foram realizadas as inscrições. Os candidatos devem comparecer ao sorteio.

No Ensino Fundamental estão disponíveis 44 vagas, da 1ª à 5ª fase, e 295 vagas, da 6ª à 9ª fase. Os candidatos às vagas destas etapas precisam ter idade mínima de 15 anos. Já no Ensino Médio, da 1ª à 3ª fase, os interessados podem concorrer a 627 vagas, e devem ter idade mínima de 18 anos.

Fonte: Assessoria de Imprensa Representação Regional FIRJAN/CIRJ no Centro-Norte Fluminense

Dando continuidade à série de capacitações em comércio exterior, a FIRJAN Internacional e a FUNCEX promoverão, no dia 13 de julho, das 9h às 18h, na sede da fundação (Av. Rio Branco, 120 - Grupo 707 – Centro), o curso “Procedimentos e Rotinas na Importação & Análise Documental”.

Voltado, inclusive, a profissionais que desejam ingressar no comércio exterior e buscam conhecimento sobre os processos, o treinamento tem o objetivo de fornecer informações necessárias à compra internacional, passando pelo planejamento, negociação, operacionalização, tributação e desembaraço da mercadoria em território nacional.

O investimento é de R$ 330,00 para o público em geral e R$ 250,00 para associados ao Sistema FIRJAN. Para participar do evento, faça o download do formulário, preencha e envie para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..">O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..">Lembre-se de anexar o comprovante de pagamento e atente para o prazo de inscrição. Confira o programa:

1. Planejamento estratégico

2. Contatos iniciais

3. Habilitação no Siscomex (Radar)

4. Tipos de importações: por conta própria, por encomenda, por conta e ordem de terceiros

5. Classificação fiscal de mercadorias: dicas para classificação de mercadorias, dúvidas

6. Tratamento administrativo: importações dispensadas de licenciamento, importações sujeitas a licenciamento automático, importações sujeitas a licenciamento não automático, importações de material usado, "ex" tarifário

7. Despacho aduaneiro: declaração de importação, verificação de mercadoria pelo importador, pagamento dos tributos, registro da declaração, registro antecipado da D.I., documentos de instrução da D.I., seleção para conferência aduaneira, conferência aduaneira, exame documental, agendamento da verificação da mercadoria, posicionamento da mercadoria para verificação, verificação da mercadoria, formalização de exigências e retificação da D.I., desembaraço aduaneiro, comprovante de importação, revisão aduaneira

8. Principais aspectos tributários: Imposto de Importação – I.I., Imposto sobre Produtos Industrializados – I.P.I., Pis/Pasep-Importação e Cofins-Importação, Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS/RJ

9. Taxas Marítimas: Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM, Armazenagem, Capatazia, Demurrage, Handling, Desconsolidação, Taxa Registro no Siscarga, Liberação de Bl

10. Taxas aéreas: armazenagem, collect fee, delivery fee, desconsolidação

11. Análise de um processo documental completo de importação

Mais informações:

FUNCEX
(21) 2509-7000, 3529-7002, 98111-1760
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Skype: cursos.funcex

FIRJAN
(21) 2563-4600
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No dia 22 de junho, o presidente do Sindvest, Marcelo Porto, participou da mobilização promovida pelo Sistema FIRJAN com mais de 70 empresários do estado do Rio na audiência pública da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que discutiu o Projeto de Lei nº 1.431/16. O PL propõe a suspensão de benefícios fiscais a todas as empresas instaladas no estado pelos próximos quatro anos.

Representando a Federação, o presidente do Conselho Empresarial de Assuntos Tributários da FIRJAN, Sergei Lima, fez uma apresentação sobre a importância dos incentivos fiscais para a economia fluminense e como a aprovação do PL pode impactar negativamente o desenvolvimento estadual.

Com a aprovação do projeto, o estado pode perder R$ 42,6 bilhões em investimentos, segundo estimativas da FIRJAN. Além disso, a suspensão dos benefícios fiscais ameaça os 98 mil empregos criados nos 51 municípios contemplados pela Lei nº 4.533/2005. O incentivo, além de atrair 231 indústrias para o interior do estado, fez com que a arrecadação do ICMS dobrasse entre 2008 e 2013 nessas cidades.

"O incentivo foi fundamental para levarmos desenvolvimento para o interior fluminense. O estado do Rio abre mão de cerca de 10% da arrecadação de ICMS, mas tem outros abrindo mão de 67% da arrecadação. A nossa renúncia de receita está muito abaixo da média nacional. No ranking de competitividade estadual 2015, estamos atrás de todos os estados do sul e do sudeste. Temos que ter atenção com esses dados e entender que, sem os benefícios, vamos encolher nossa economia", destacou Lima.

Ele ressaltou ainda a insegurança jurídica que o PL traz para as empresas já contempladas com benefícios: “Estamos propondo aos deputados que reflitam. Se proibirmos perderemos condições de desenvolvimento”.

Incentivo é estratégia de crescimento do estado

Marco Capute, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, destacou que o incentivo fiscal é parte de uma política estratégica para o crescimento estadual. Segundo ele, a concessão de benefícios será fundamental para alavancar setores prioritários nos próximos anos, como a indústria naval, a cadeia de alimentos e bebidas, fármacos e biotecnologia, turismo, entre outros.

O secretário citou ainda a nota técnica da FIRJAN sobre a política de incentivos, que reforça a importância dos incentivos para o estado: "A premissa de que a concessão de benefícios gera perda de arrecadação não é verdadeira. A visão de renúncia fiscal está sendo distorcida, até porque nem todo benefício implica em renúncia”.

João Carlos Gomes, economista da Secretaria de Estado de Fazenda, também se colocou contrário à aprovação do PL. De acordo com ele, os benefícios propiciaram ao estado do Rio de Janeiro tivesse incremento na arrecadação interna superior a outras unidades da Federação entre 2006 e 2013.

O representante do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Jorge Eduardo Salgado, apesar de favorável à aprovação do PL, admitiu que a renúncia fiscal anunciada de R$138 bilhões entre 2008 e 2013, - estimativa feita pelo próprio órgão - não está correta. “O valor correto, de fato, são os 30 bilhões, baseado no Sistema de Documento de Utilização de Benefícios (DUB)”, reconheceu.

O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa, que presidiu a audiência, reforçou que o PL, que já recebeu 49 emendas, demanda mais debate. Ele é um dos autores do projeto, junto com os deputados Bruno Dauaire (PR) e Lucinha (PSDB): “Em todos esses anos como deputado, nunca vi uma discussão tão intensa quanto esta que aconteceu na audiência pública. Foi um encontro muito positivo, esclarecedor, e deixa claro que precisamos aprofundar o debate”.

Empresários repercutem

Também participaram da audiência representantes de outros segmentos econômicos, como Fecomércio e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

O PL nº 1.431/16 não está na pauta de votação da Assembleia no momento.

Fonte: Sistema FIRJAN

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